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sexta-feira, 14 de julho de 2017

   

 A idosa Maria Cândida, de 114 anos, morreu de parada respiratória na manhã desta sexta-feira (14), em casa, na Cangaíba, Zona Leste de São Paulo. Ela nasceu em 1903 em Rio Casca no estado de Minas Gerais e morava em São Paulo em 1969. Maria deixa 12 filhos e um sem número de netos, bisnetos e tataranetos.
No mês passado, a família comemorou seus 114 anos, completados no dia 7 de junho. Uma grande festa reuniu parentes na Cangaíba, e um bolo e balões infláveis ostentavam sua idade.

     Da infância na roça à parteira de si mesma, Maria Cândida, conta aqui sua história:

Ela passava os dias sentada em uma cadeira, olhando a rua e recebendo visitas. “Sei combinar com todo mundo. Não faço inimizade com ninguém. Sou assim, o que me darem eu como, o que me der eu bebo. Minha vida é viver sentada, caçoando com os outros, brincando, comendo feito uma doida”.

     Na juventude, a rotina de Maria Cândida era bem diferente. Ela começou a trabalhar com 10 anos de idade, na zona rural de Minas Gerais, “no cabo da enxada, num sol”, ela diz, se demorando ao dizer sol. “Trabalhava na roça, plantação, colheita, tudo. A diversão que eu tive de solteira foi roça”.

Ela também já foi parteira, só que... dela mesma. Cândida teve 12 filhos em casa. Nos primeiros, a parteira era sua mãe. Depois da morte da mãe, ela não confiava em mais ninguém para trazer seus filhos ao mundo. “Aprendi a ser parteira, cortei umbigo do meu filho, meu marido arregalava os olhos.”

     Se no nascimento dos últimos filhos ela já tinha experiência até para ser a própria parteira, faltava muita informação quando nasceu o primeiro filho. “No dia que eu ganhei o menino, eu tenho até vergonha de contar”. Quando o bebê nasceu e Maria Cândida bateu o olho nele, ela caiu para um lado e a criança para outro. “Eu caí porque eu pensava que meu filho ia chegar vestido, enroladinho e de vestido, carapuça (uma espécie de gorro), calça jeans”.

“Daí de lá para cá eu fui virando gente, né, fia. Acho que não havia moça burra igual eu fui não”. Quando casou, no início do século XX, ela conta que não tinha nem “carro de gasolina”. “Cheguei em casa de tarde com o enxoval todo cheio de cinza, do trem”. Depois do casamento e dos filhos, vieram os netos, que já perdeu a conta, e os tataranetos. "O que vem depois de tataraneto?", ela pergunta.

     O casamento acabou com 35 anos de união. “Me largou com a filharada formada”, conta Maria. “Aí foi embora, aproveitou da vida nesse mundo. Eu, quieta com meus filhos, trabalhando, trabalhando”. Quando estava no fim da vida, o ex-marido disse para um dos filhos dizer a Maria Cândida que ele queria voltar para casa. “Falei que não, na minha casa não tem lugar. Passou dia, passou outro, ele morreu. Que voltar o que, ele me largou para lá. Largar é muito feio, né?”.

Hoje ela brinca que quer "um gato mais ou menos, e rico”. No bairro tem algum? “Aqui no bairro não tem gente rica”, e ri mais uma vez. Ao final da entrevista com a centenária, a pergunta clichê não poderia faltar. Qual o seu segredo? “O segredo é Deus, né. Deus que olha pela gente”.

     Maria Cândida nasceu em 7 de junho de 1903, três dias antes que a catarinense Alida Rudge, considerada 'a mais velha da América do Sul' de acordo com o ranking atualizado dos "supercentenários" da organização americana Gerontology Research Group.




terça-feira, 6 de junho de 2017

LOCUTOR ADILSON VIANA E A ADVOGADA JOANA CEGALLA

RÁDIO SUCESSO FM DE RIO CASCA, 87.9, FECHA MAIS UMA PARCERIA. 
Agora todas às sextas as 10:30, participação da Advogada JOANA CEGALLA, dentro do programa ADILSON VIANA. 
E o primeiro tema será sobre a Previdência Social. Como funciona e o que pode mudar com as novas medidas. E a cada semana temas diferentes. 


sexta-feira, 5 de maio de 2017

A partir do dia 15 de maio, a Linha Aérea Redentora irá iniciar voos entre Brasília e Belo Horizonte, com escalas nas cidades mineiras de Paracatu e Patos de Minas. Também já está programado o início de voos para a cidade capixaba de Guarapari, com saída de Belo Horizonte e escala em Manhuaçu.

Os voos serão operados pela Apuí Táxi Aéreo, com aeronaves Embraer 110 Bandeirante com capacidade para 15 passageiros. A ideia do fundador, Wilson Pessoa, é conectar o interior à capital federal e à capital de Minas Gerais.

O nome da Linha Aérea é uma homenagem à Princesa Isabel, conhecida como Redentora, que rompeu os grilhões ao realizar a abolição da escravatura em 1888. Com demanda de empresários e diversas indústrias no meio oeste de Minas Gerais, a Linha Aérea Redentora irá inovar ao conectar o interior do estado às capitais.

Entre Brasília, Paracatu e Belo Horizonte, os voos serão realizados às segundas, quartas e sextas inicialmente, e o serviço de bordo será incluso. A parte operacional também ficará por conta da Apuí Táxi Aéreo, que já está montando base no Aeroporto da Pampulha em Belo Horizonte.

De acordo com o apurado pelo Portal Caparaó, sobre os voos para a cidade capixaba de Guarapari, com saída de Belo Horizonte e escala em Manhuaçu ainda não existe data para o início.

Iniciar uma linha aérea atendendo o interior do estado é um sonho antigo do senhor Wilson Pessoa, que, além de empresário, é aviador. Foram anos de tentativas de iniciar as rotas, desde uma tentativa de parceira com a então TAVAJ até finalmente encontrar parceria com empresários para o projeto decolar.

MAIS PLANOS

Existem planos também para voos nas cidades mineiras de Muriaé e Juiz de Fora, e posteriormente para os aeroportos cariocas de Jacarepaguá e Cabo Frio, todos os voos partindo do Aeroporto da Pampulha. Na alta temporada do verão existem planos para voos diretos entre Belo Horizonte e Guarapari, que é a praia preferida dos mineiros.

Além dos voos de passageiros, a Linha Aérea Redentora irá realizar transporte de cargas em parceria com a DF Transportes, atendendo diversas empresas que operam nas regiões dos voos e que precisam realizar negócios em Brasília e Belo Horizonte.

MATÉRIA EXTRAÍDA DO PORTAL UNIDADE NOTICIAS




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